Serie: Bones

Helloou!!

Depois de muito pensar em qual seria a próxima série que eu iria falar aqui, decidi por uma das minhas favoritas de todos os tempos. “Bones” foi uma das séries que acompanhei desde sua estréia até o final, e sofri horrores para dar “adeus” à ela. Também foi uma das poucas séries com tantas temporadas que não desandou pelo caminho, pelo contrário, ao meu ver, foi fiel e ainda teve criminosos que conseguiram surpreender.

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In The Dark (2019)

Meu sumiço nessas semanas consiste no fato que não estou parando em casa (casa dos meus pais), ou seja, aproveitando ao máximo meu fim de férias… E com isso não terminei de ler nada, muito menos de assistir (dramas) quase nada… Até porque a maioria dos dramas que estou vendo ainda estão rolando.

Mas acabei descobrindo que essa série que eu já estava querendo ver tinha finalizado a S01 e foi renovada para a segunda (muito importante esse fato!) e acabei por maratoná-la até a madrugada do dia seguinte 😆 (melhores maratonas as que virão a madrugada, só acho!)

Título Original: In the Dark
Temporadas:
S01
Nº de Eps:
13
Ano:
2019
País:
USA / EUA
Gênero:
drama – suspense
Stars: Perry Mattfeld, Thamela Mpumlwana, Brooke Markham
Rating:
🖤🖤🖤🖤

O babado é o seguinte: Murphy é uma mulher considerada problemática que passa a maior parte do tempo bebendo e tem deficiência visual. Ela divide o apartamento com uma amiga veterinária, Jess, que trabalha no centro de treinamento de cães dos pais da Murphy. Por não ter uma das melhores personalidades, não preciso dizer que ela (Murphy) não tem muitos amigos, não é?

Na verdade com a exceção de Jess e Pretzel (seu cão-guia), Murphy só tem mais uma pessoa que chama de amigo e que costuma passar consideravel tempo conversando no mesmo local: um jovem garoto chamado Tyson. Um tempo atrás, o garoto a salvou e eles se tornaram amigos. Tyson trabalha em uma rua junto com outros garotos vendo as drogas de seu primo. Ele é caloroso, sorridente e bom amigo.

É graças a Tyson que o mundo de Murphy se abre um pouco mais, já que ele costuma desafia-la a ser melhor. Ela sempre acaba indo encontrar com ele, seja dia ou noite… Eis que uma fatídica noite, ela vai ao “local deles“, apesar de chamar diversas vezes ele não responde, por seu cachorro está se comportando de maneira estranha, ela insiste em seguir em frente deparando-se com um corpo aparentemente sem vida de um garoto. Ao tocá-lo, ela percebe se tratar de Tyson.

Desesperada, ela avisa a Jess e ambas ligam para a polícia para avisar do assassinato de seu melhor amigo. Mas existem dois problemas: o primeiro, ela está visivelmente embreagada e ainda é cega, coisa que faz a polícia desacreditar na história; segundo, quando a políca chega ao local, não existe evidências de um crime, muito menos de um corpo. E se não há corpo, não há crime.

Inconformada com o fato que a policia não irá investigar, Murphy decide buscar a verdade por conta própria, mesmo que isso signifique se enfiar no meio das confusões entre gangues de drogas. Primeiro ela vai atrás do primo de Tyson que o colocou naquele caminho, Darnell… O cara diz que o primo está bem e vai ficar um tempo fora da cidade, não aparece preocupado com o sumiço do garoto.

Dias passam e nenhum sinal de Tyson… Murphy novamente vai atrás de respostas, descobrindo que a história de Darnell tem mais furos que uma peneira. E mesmo que o traficante a mande ficar fora do caminho, ela não desiste. Por conta disso, ela acaba conhecendo Max, um homem (gatooooo!) que supostamente tem um trailer de hamburguer; conheceu Tyson, mas não sabia que ele estava desaparecido; e é amigo de Darnell, além de “lavador do dinheiro” da gangue.

Max decide confrontar Darnell e ajudar Murphy a descobrir o paradeiro de Tyson, o problema é que cada vez que eles descobrem uma pista, eles se veem presos em uma conspiração maior do que eles esperavam. Gente bastante perigosa parece estar envolvida no caso, e a verdade parece estar mais distante do que eles imaginaram…

Ah, eu adoro séries/filmes desse tipo! Aquele “Q” de mistério e uns toque de sutileza.. Mesmo o Tyson morrendo no primeiro episódio, ele aparece em todos à medida que a Murphy vai desenterrando pistas sobre o que aconteceu com ele naquela noite. Fora os momentos maravilhosos que esses dois melhores amigos compartilharam que aparecem como flashbacks…

Qualquer um poderia achar estranho o fato de uma mulher de 30 anos (parcialmente alcoolatra e cega) ter como melhor amigo um garoto de quinze anos que vende drogas na rua. Não é dificil pensar que ele seria o traficante dela, na verdade é exatamente isso que a polícia pensa quando ela diz que o conhecia. Mas a amizade deles era algo realmente encantador. Tanto que até a própria mãe do garoto (que também não viu inicialmente com bons olhos essa amizade) reconhece que ambos faziam bem um para o outro.

Murphy trazia a personalidade juvenil de Tyson à tona, eles riam, brincavam, conversavam, exploravam a cidade e se distraiam com baboseiras… Ao mesmo tempo que Tyson era o “porto” de Murphy, ele a animava e a desafiava com suas besteiras e risos. Murphy não possui a personalidade muito boa, ela não é dada a “sentimentos” ou “mostrar que eles existem”, mas junto do amigo, ela era capaz de sorrir e esquecer os problemas e desafios que tinha.

Jess apesar de veterinária agia, na maior parte do tempo, como a enfermeira da Murphy, mas acima de tudo, você conseguia ver que elas eram amigas. Elas se conheciam desde antes da prota perder a visão (aparece em um flashback) e desde então, elas estão juntas. Elas tem uma amizade quase eterna, daquele tipo que vez ou outra se estranham por estarem preocupadas com uma das partes, mas que não consegue ficar muito tempo brigada. A Jess era como uma ancora para a Murphy, aquela que a impedia de chegar além do fundo do poço.

Quanto ao Max que faz parte da vida delas por um tempo (gente, que homem gato!!fotinho pra vocês comprovarem que eu não tô doida!!!), ele se interessa pela Murphy pela maneira como ela literalmente não “tá nem aí” para quem é o Darnell 😂 A mulher é doida e atrai a atenção dele… E ele deixa claro que só vai ajudá-la se ela for num encontro com ele. 😂 Como todos nós, Max tem um passado… Mas ao que parece um bem complicado, de alguma maneira ele acabou “lavando o dinheiro” do Darnell e metido no meio dessa confusão de gangues… E apesar das escolhas dele (que você só entende melhor depois), você não consegue achar que ele é totalmente um problema.

Darnell, esse aí é mais escorregadio que uma cobra (não que eu já tenha segurado alguma por muito tempo 😂). No inicio não parece que ele esteja lá muito preocupado com a suposta morte do primo, mas a coisa muda de figura quando ele descobre que talvez seja verdade. Apesar de acharmos que é ele quem manda na coisa, descobrimos que ele nada mais é que um “capacho”, por falta de palavras melhores. Ao menos é um capacho que tem discenimento o sufienciente para desconfiar das pessoas na hora certa. Eu até gostei do personagem, não vou mentir.. Já quero ele de volta na S02!

E por fim, (estou pulando alguns pernagens pra não dar tantos spoilers e porque vocês deveriam conhecer os outros quando assistirem a série) temos o Dean. Ele é o policial que acaba indo na casa da Murphy investigar a denúncia de assassinato. Ele tem aquele jeitão bobo e um pouco sem noção, e tenho que confessar que suspeitei dele em diversos momentos… Como a Murphy mesmo disse “parecia que ele estava enrolando para não investigar o caso”. O Dean tem uma filha adolescente que também é cega, e ela acaba ficando amiga da Murphy (pra infelicidade do pai da menina, ou será que não?! 🤔😂)

[Fiquei revoltadissima com aquele episódio que deixou MUITO NA CARA que o CULPADO era o Dean… OMG! Eu já tava desconfiada dele há uns 5 eps atrás, mas PORRA precisava ser daquele jeito escancarado?! Os roteristas passaram uns 11 episódios entregando vários mistérios, suspeitos, enrolação, ruas sem saída… Pra chegar no episódio 12 e entregarem de bandeja o culpado?! FALA SÉRIO, NÉ? Sinceramente esperava MUITO mais do momento em que NÓS e a Murphy descobrissem que era o assassino de fato!]

Pulando meu surto (escondido aí em cima porque tem um BIG SPOILER e caso você não queira saber é só ignorar esse buraco aí…) a série é muito boa, os personagens são ótimos; mais “gente como a gente” e nem tanto “personagens disney” 🙏 Literalmente a série que você não sabe em quem confiar e agradece pelos roteristas só terem feito 13 episódios nessa temporada… Porque valeu cada episódio e não tivemos aquelas enrolações desastradas que sabemos muito bem que acontece.

🔲 Fica a Dica!

Timeless

Como uma boa viciada em series (e dramas, filmes, etc), ficou danada da vida quando as emissoras resolvem encurtar ou simplesmente cancelar as séries que estou surtando. Acho que todo mundo fica fulo, né? Bom, lá no final de 2016, eu descobri a existência de “Timeless” e me apaixonei completamente por ela…

Apenas para chegar dois anos depois e descobrir que a NBC resolveu cancelar meu show! 😭 Felizmente, eles tiveram o bom senso de lançar uns episódios especiais que dariam nossa maravilhosa conclusão, não nos deixando assim num completo vácuo. 🙏

Existe uma versão em espanhola dessa série (El Ministerio del Tiempo) que foi ao ar em 2015 e ao que parece ainda está rolando… Ou seja, “Timeless” é basicamente um remake.

Título Original: Timeless
Temporadas: S02 (+ um especial que concluiu a série)
Nº de Eps: 28
Ano: 2016-2018
País: EUA
Adaptado de: El Ministerio del Tiempo (2015)
Gênero: sci-fi – histórico – remake
Stars: Abigail Spencer, Matt Lanter, Malcolm Barrett, Goran Visnjic
Rating: 🖤🖤🖤🖤

A história central é a seguinte:

Alguém desenvolveu uma máquina do tempo. Eis que uma sociedade secreta rouba essa máquina, decidindo fazer alterações no passado em prol de obter poder, além de tudo mais o que desejar… Literalmente eles querem mudar o destino do mundo. Eis que existe uma ala secreta no governo americano que foi desenvolvida para evitar essas alterações, ou seja, manter a ordem das coisas… Impedir que a história seja mudada.

Para isso, eles precisam de um especialista, alguém que seria capaz de saber exatamente o que se passou nessas épocas, capaz de lembrar qualquer minimo detalhe que seria importante para impedir um desastre… E é aí que entra a protagonista, Lucy Preston. Uma historiadora e professora que acaba sendo convocada para ser a nova líder da equipe “Lifeboat” (*salva-vidas – o nome da máquina).

Claro que só porque você é especialista em história não garante que você sobreviva aos perigos que possam a vir acontecer em outro tempo, para garantir a segurança do cérebro das missões, junta-se a ela Wyatt Logan, um soldado americano da Delta Force. E como toda nave (a máquina parece mais uma nave espacial no maio estilo Doctor Who 😂) precisa de um piloto, o último integrante da equipe é o Rufus Carlim.

O problema é que inicialmente os três acham que só estão viajando pra evitar que um bando de malucos mudem a “ordem natural” das coisas, mas quando eles retornam da primeira missão, descobrem que o buraco é mais embaixo. Até porque, as coisas estão um tantinho diferentes de quando eles entraram na máquina a primeira vez. E é aqui que tá o xis da questão. Nem tudo é o que parece e todos querem recuperar o que perderam!

Eu gostei muito da série, apesar de me perder um pouco na história americana que não é uma área que eu possua muito conhecimento (e confesso que não cheguei a checar se alguma coisa que mostra na série foi ligeiramente parecida com a realidade). 😂

Mesmo assim, não tiveram episódios monotonos e parados… Na verdade era bem o oposto disso, mas nada que possa cansar de mais a cabeça de alguém. Achei bem empolgante na verdade. E algumas missões deles eram de tirar o fôlego.

🔳Sobre os personagens: os protagonistas meio que perderam alguma coisa que acaba significando muito na história (e causando diversas confusões ao longo do caminho).

Lucy Preston – ela entra na máquina só para descobrir ao retonrar que sua irmã não existe mais. Então, inicialemnte trazer a irmã dela de volta é o que a faz continuar no “lifeboat“. Aí depois ela descobre que pode ter ligações com os loucos da sociedade secreta (vulgo os vilões) e quer tirar toda a história a limpo.

Wyatt Logan – um dia foi casado, mas após ter uma briga com a esposa e essa não retornar pra casa, ele acaba descobrindo que ela foi assassinada, e o cara nunca foi pego. Então, ele meio que age como se não tivesse mais nada além de ser um soldado.

Lucy & Wyatt – eles tem uma maneira diferente de pensar sobre as coisas, e claro, agir. Mas ao longo das missões, eles aprendem a confiar um no outro e a entender o outro (o que nos faz shippar loucamente 😍). É suuuper óbvio a atração e o interesse que eles tem um pelo outro, mas além do “trabalho” ainda tem toda a “bagagem” entre eles.

Sem falar nos diversos momentos em que eles flertam só para o Wyatt acabar em cima do muro novamente… Affê! Estressante! Literalmente lembra aquela velha expressão “gato e rato”, sabe? Meio que a Lucy vai, e ele recua… Aí quando ele decide agir, acontece alguma merda.. E eles voltam ao ponto de partida… Frustrante! (mas são só alguns momentos, relaxem! 😂)

Rufus Carlim – acho que ele é o único personagem que não tem uma perda logo de cara… Nem no “presente”, como é o caso da Lucy, e nem no “passado”. Incialmente ele tem aquele papel de aliviar a tensão entre os outros personagens, mas com o tempo, as situações vão trazendo certa carga e ele acaba mudando de acordo com os momentos.

Garcia Flynn – também é um soldado e o cara que rouba a máquina do tempo (a máquina mãe, a orginal). Ele costumava ter uma família, mas eles morreram, então, ele decide voltar no tempo para salvá-los, só pra descobrir que não era possível… E é aí que ele descobre sobre a sociedade secreta e decide tocar fogo na história.

Flynn & Lucy – pela maneira que o Flynn fala você percebe que ele tem algum tipo de “passado” com a Lucy, mesmo que ninguém entenda como (a não ser que use 2 mais 2 e lembre que existem máquinas do tempo na história). Ao longo da história, a gente também percebe que ele não é exatamente quem parece ser… Afinal, como já disse um dos livro que li essa semana: “até as pessoas boas são capazes de fazer algo ruim se encontrarem uma razão para isso“.

E sim, eu shippei esses dois 😍 Como eu disse antes, o Wyatt tem momentos que fica em cima do muro (ok, alguns desses momentos tem certa lógica devido a acontecimentos na história…) mas a maioria é só ele em cima do muro mesmo.. E ai entra o Flynn. Lá está a Lucy sozinha, sofrendo e o Flynn aparece para ajudá-la, consolá-la, flertar, fazer palhaçada… enfim, vocês entenderam! Sim, shippei, shippei nível hard! 😂😍

Enfim, fiquei suuper decpcionada ano passado quando a NBC anunciou que a série seria cancelada (coisa que não entendo porque lá fora ela era bem vista…), mas pulei da cadeira quando eles tiveram a consideração de lançar um episódio final maior dando, enfim, um desfecho para tudo, que por sinal foi be construído… Nada de acontecimentos apressados e sem lógica 🙏

Não cheguei a assistir a versão original da série, apesar que tem no netflix até bem completinha, pensei até em ver quando acabou essa versão, mas acabei desistindo pelo simples fato que já estava acompanhando coisas demais naquele tempo (o que não mudou muito de lá pra cá 😂). Mas vou ver se dou uma chance à ela.

Tentei não entregar os spoilers até porque são duas temporadas (+ o especial) e não tem como você falar de uma coisa sem acabar falando de outra, né? Ainda mais nessas séries sci-fis que envolvem viagem no tempo… “Dark” está aí pra provar isso! 😂 (vou tentar falar dessa outra série depois… 😆)

Espero que tenham gostado, e

🔲 Fica a dica!