Clockwork Prince #2

Eu tinha esse maravilhoso plano de terminar a trilogia no feriadão da Páscoa (e quem sabe começar a série que deu origem a esse mundo dos Shadowhunters), mas isso não aconteceu. Ir para o meu sertão (Floresta/PE) e juntar alguns primos me mantiveram longe dos livros e de qualquer outra coisa que não fosse: jogos de tabuleiro, piscina, diversão na fazenda e claro, chocolates… Ao menos consegui terminar o segundo volume! 

 

Título: Clockwork Prince
Série/Trilogia: The Infernal Devices #2
Autor(a): Cassandra Clare
Editora: Simon & Schuster
Gênero: fantasia – ficção
Inicio: 06/04/19
Término: 19/04/19
Rating: 🖤🖤🖤🖤🖤
Notas (pode conter spoilers):

Após descobrir quem é o Magister e que Nate, alguém em quem sempre confiou estava, na verdade, trabalhando para o grande vilão da história, Tessa decide permanecer no Instituto de Londres, afim de descobrir mais sobre os planos de Mortmain e como ela se encaixa no plano dele.

Claro que só porque tem um maluco que diz que a criou atrás dela, esse não sua única preocupação, o coração de Tessa se divide entre: o complicado Will (mesmo este a magoando ao falar barbaridades para ela) e o atencioso Jam, a quem ela recorreu para manter-se afastada de Will.

Eis que o livro começa nos revelando o porquê do Will agir como um babaca completo: ele acredita ter sido amaldiçoado quando tinha doze anos por um demônio que libertou acidentalmente da Pryx. Segundo o tal demônio, todas as pessoas que ele gostasse morreriam (e na mesma noite sua irmã morreu deixando-o aterrorizado – motivo pelo qual ele foge de casa, lembram?) Por isso, ele recorre à Magnus Bane para ajudá-lo a acabar com essa maldição.

Problemas “amorosos” à parte, Charlotte corre o risco de perder o Instituto, e, consequentemente, do Conclave de Londres e todos sabem que ela vive para aquilo. E por quê? Porque o detestável Benedict Lightwood que sempre quis o Instituto para si mesmo (e claro, não é a favor de mulher comandar coisa alguma) desafia a capacidade da Shadowhunter, e o Cônsul Wayland, acaba estabelecendo um prazo de duas semana para Mortmain ser encontrado, caso contrário, Benedict teria o que queria.

Começa a “corrida maluca” atrás do vilão, antes que o mundo dos habitantes do Instituto se destrua completamente. O único problema é que eles mal sabem que novamente há um espião entre eles.

 

🔳 Novos personagens surgem nesse livro, novos perigos, perguntas são respondidas e outras vão se acumulando no percurso da reta final dessa série. Antes de reler a trilogia, eu pensei “poxa, não lmebro de quase nada..” ou “lembro de modo geral, sem saber exatamente que livro é o que”.

🔳 Mas a medida que fui relendo, os fatos se juntaram na minha cabeça como um quebra-cabeças, apesar que tiveram alguns detalhes que conseguiram mais uma vez me pegar de surpresa (aquele final, por exemplo) já que não lembrava de maneira nenhuma.

🔳 Como sempre, achei que essa galera merecia uns tapas por tamanha inocencia em acreditar nas pessoas… Pelo amor!!! Parem! (eis que o espião era muito lógico no meu ponto de vista).

🔳 Eu sei que o Will tinha seus motivos pra agir como um imbecil, mas ainda assim, sou #TeamTessaJem e surtei muito nesse livro, justamente por eles estarem se aproximando e ter muitas cenas deles juntos.

🔳 Charlotte e Henry – aquele casal que compartilha sentimentos e neuras – literalmente. Porque até quando eles acham errado sobre o outro, ambos pensam a mesma coisa. Amo!

É isso, tentando não dar muitos spoilers!
E vamos ao final da trilogia!

 

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Clockwork Angel #1

Desde a primeira vez que minhas mãos tocaram em um livro da Cassandra Clare, caí de amores. Senti como se tivesse encontrado uma nova J.K. Rowling (já que fazia um tempo que tinha lido Harry Potter e ela não lançava mais nada…).

A primeira série que li dela foi “Instrumentos Mortais“, fiquei eufórica e extremamente empolgada. Tempos depois, chegou ao Brasil essa “nova” trilogia “As Peças Infernais“, dessa vez uma trilogia que além de se passar em outra cidade, Londres, era também em décadas antes da história da série principal da autora.

Agora, chegou o último volume de outra trilogia “Artificios das Trevas” por aqui, e apesar de eu já ter lido todos os livros anteriores, resolvi relê-los até chegar nesse último (só que os anteriores estou relendo em inglês para “diferenciar” lol)

E por isso, cá estamos em “Clockwork Angel” o primeiro volume da Trilogia “The Infernal Devices / As Peças Infernais” que se passa em 1878 (“apenas” 129 antes dos acontecimentos de Instrumentos Mortais – chegaremos nele.. ainda esse ano lol)

 

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Título: Clockwork Angel #1
Série/Trilogia: The Infernal Devices
Autor(a): Cassandra Clare
Editora: Simon & Schuster
Gênero: fantasia / ficção / YA
Inicio: 03/04/19 (em plena semana de provas ¬¬)
Término: 06/04/19
Rating: 🖤🖤🖤🖤🖤

 

No inicio do livro somos apresentados a Tessa Gray, uma jovem que acaba de desembarcar de um navio no porto da vitoriana Londres. Ela costumava morar nos EUA com sua tia que veio a falacer, e antes de se desesperar com o que poderia acontecer com ela, recebe uma passagem enviada por seu irmão mais velho, Nate.

Mas ao invés de encontrá-lo no porto, ela é “sequestrada” por duas irmãs (e seu cocheiro) e mantida em cativeiro na residência delas. Por semanas (ao que dar a entender), Tessa se vê obrigada a fazer o que elas querem na tentativa de salvar seu irmão (que supostamente foi capturar por elas também). Durante esses dias de sofrimento, Tessa se depara com uma verdade que mudará sua vida: ela não é humana. E o líder das irmãs Dark, conhecido como Magister quer se casar com ela.

Tessa tem a habilidade (forçadamente treinada pelas irmãs Dark) de se transformar em qualquer um – vivo ou morto – e ainda alcançar seus pensamentos. Enquanto aceitar sua nova realidade está beirando ao inaceitável, eis que sua chance de fugir chaga na forma de um garoto tatuado que literalmente abre a porta do seu quarto no meio da noite.

O garoto é Will Herondale, um shadowhunter que a leva para a segurança do Instituto de Londres. É lá que Tessa descobre a existência de um mundo que ela pensava existir apenas em livros, e claro, ela não só faz parte como ninguém sabe exatamente o que ela é. E ficar com essas pessoas é sua única chance de descobrir, salvar seu irmão, e descobrir que está por trás do seu sequestro e o porquê.

 

Sobre os habitantes do Instituto:

Charlotte & Henry – nessa época em que mulheres não tem poder, Charlotte se viu “obrigada” a se casar para o Instituto poder continuar pertencendo a sua família. Eis que sua salvação foi Henry, um shadowhunter avoado que prefere gastar seu tempo com invenções malucas no porão que liderar o local. Para a Clave (o “governo” dos Shadowhunters), o líder é Henry, mas quem manda mesmo é a esposa dele.

Jessamine – como todos no Instituto, ela é órfã, mas herdeira de uma fortuna. Ao contrário dos outros habitantes, ela não deseja essa vida para ela. Seu maior desejo é sair daquele lugar, ir a bailes, casar e viver bem longe desse mundo.

Will Herondale – o “salvador” da Tessa. Ele é um garoto desbocado, arredio e mal humorado que passa maior parte do tempo tentando ser mal visto pelos olhos de todos. Ao contrário dos outros, seus pais aparentemente estão vivos, mas ele se recusar a falar sobre o assunto. Ou melhor, sobre qualquer assunto que o envolva. Will é excelente em afastar as pessoas dele, com exceção de Jam.

James Carstairs ou Jam – ele veio do Instituto da China (onde morava com seus pais) e tem uma saúde frágil. Ao contrário da personalidade de Will, Jam é calmo e vive apaziguando o ambiente ou “traduzindo” as palavras bruscas do amigo. Ele age bastante como a “consciencia” de Wil…

Sophie, Tomas e Agatha – Apesar de serem humanos, eles possuem a visão e por isso são os “empregados” do Instituto. Agatha é a cozinheira; Tomas o faz tudo; Sophie a “camareira” (tem outro nome, mas não lembro) e odeia Will.

 

Pequenos – grandes – comentários que não podem faltar: (pode conter SPOILERS)

  • Eu não lembro muito dos destalhes dos acontecimentos dessa série, então, vamos rever tudo juntos, ok? 

 

  • Todo mundo tem seus próprios demônios, não só porque são shadowhunters.. (apesar que nesse livro é bem isso ou culppa disso 🙄 lol)

Tendo isso em mente

Por que raios o Will trata a Tessa como se ela fosse o demônio encarnado?! (meio irônico já que uam das coisas que impossibilita descobrirem o que ela é, é justamente o fato de ela não ter aura de demônio 🙄)

Assim, eu lembrava do motivo do “problema de saúde” do Jam… E tipo, ele tem seus demônios também, tem um monte de merda que aconteceu na vida dele… E nem por isso ele trata os outros como lixo! (sim, Will estou falando com você!! 😒

  • Tessa, querida! Acorde pra vida por favor! Pare de ir atrás de quem te trata como menos que uma barata e fique ao lado dos que lhe tratam no minimo como uma pessoa. 
  • Tive uma crise de riso lendo o livro simplesmente porque eu não lembrava da existência da Jessamine 🙄, mas lembrava da existência do gato, Church… POR QUÊ?! lol 
  • É sério que essa galera (que se acha superior a todos os  seres na Terra… sim, vocês se acham então fiquem calados!) simplesmente caiu na lorota que o primeiro idiota contou e achou que aquilo era a verdade absoluta? PELO AMOR!!! SUUUPER ÓBVIO!!
  • Camille e a referência do colar (voltaremos à ele em “Instrumentos Mortais”)
  • Magnus Bane ❤ (meu personagem favorito na época de “Instrumentos Mortais”)
  • Não lembro da história dos pais da Tessa (de porque la não tem a marca do demônio e tudo mais…) mas irei descobrir quando terminar de reler a trilogia.
  • Super óbvio também aquela reação do Nate ao descobrir que os “pirralhos” shadowhunters iriam ficar em casa… Sério que vocês não desconfiaram? Sério mesmo? 
  • QUAL O PROBLEMA DE VOCÊS QUE CONFIAM DEMAIS NO POVO, HEIN?! Que acreditam em tudo que TODO MUNDO fala? Pelo Anjo, vocês moram com o Will.. Não aprenderam a lição, não? E Will… Você é você… Como é que você faz o “dessconfiado” pra cima da Tessa e não faz para os estranhos que batem na sua porta suuuper em “timing” no meio da noite?! 🙄 Tenha fé!
  • Qual o problema daquela família Lightwood hein? Affê! Que povo cabuloso! Eu lembro que na série de Instrumentos Mortais, eles eram assim também… Só se salvava a Izi e o Alec (e o Alec só foi melhorar quando conheceu o Magnus ❤)

 

Então é isso, o post ficou maior do que eu esperava (acho lol), e nos vemos (na sessão dos livros) quando eu termianr o próximo livro da trilogia “Clockwork Prince”.

 

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“Infernal Devices” também foi lançado na forma mangá/graphic novel, disponível apenas em inglês (dólar baixe que faz anos que quero comprar!!!)