Raya and the Last Dragon

Bonan Tagon!

A viciada em animações ataca novamente.. Surtei quando vi esse trailer?! Surtei, claro que sim! Quase chorei quando vi que precisava pagar a mais no Disney+ pra poder ver?! Claro que sim! Vou reclamar porque o meu surtou e ficou de graça?! Claro que não! Porque eu ameeeeeeeeeeeeei. Pois então, rolou um babado MEGA estranho no meu plus e esse filme que não tá liberado – mesmo que você tenha a assinatura (o que eu acho um absurdo por sinal…) – resolveu funcionar apertando o play. Para a enorme alegria minha e da minha irmã (que obviamente usa o meu plus ¬¬).

Título no Brasil: Raya e o Último Dragão
Ano: 2021
Diretor: Don Hall, Carlos López Estrada
Roteiristas: Qui Nguyen, Adele Lim 
Gênero: animação + fantasia +ação + aventura
Onde Assistir: Disney+ | Cinemas
Cast Protagonista: Kelly Marie Tran (Raya) | Awkwafina (Sisu) | Gemma Chan (Namaari) | Izaac Wang (Boung) | Daniel Dae Kim (Bemnja) | Benedict Wong (Tong)

Alguns anos atrás, uns 500, dragões existiam no reino de Kumandra, onde todos viviam em perfeita paz e harmonia, até que os humanos estragaram tudo (sempre, né?!) E forças das “trevas” (que como sempre não lembro o nome) surgiram transformando quem tocava em pedra. Tentando salvar à todos, os dragões se sacrificam e deixam para trás uma joia, selando seus poderes nela e afastando as sombras. Infelizmente, àqueles que se tornaram pedra continuaram e os dragões sumiram. Deixando os “humanos” no controle (olha a merdaaaa…).

Diz a lenda que apenas um dragão sobreviveu, mas os humanos, sendo bem, humanos… Acabaram brigando e se separando querendo sempre o poder da joia. Formaram-se tribos: Cauda (região mais desértica); Garra (um mercado flutuante com mãos ágeis); Espinha (uma floresta fria de bambu); Presa (os mais ambiciosos) e Coração(os guardiões da Joia do Dragão). Tentando unificar as tribos como era a 500 anos, o pai de Raya, o Chefe do Coração, convoca todas as tribos em um gesto de paz. Porém, a líder da Presa tem outros planos e tudo acaba indo por água abaixo.

O tempo passa e Raya já não é mais uma criança, um mundo não é o mesmo, desde que a Joia do Dragão foi quebrada, espalhando as sombras na terra de novo. Cada Chefe de tribo possuí um pedaço, e Raya está em uma missão para encontrar o último dragão, Sisu, àquela que salvou à todos 500 anos atrás e repetir a história. Mas claro que não será uma jornada muito fácil, já que àquela que a traiu no passado, está em sua perseguição, fora que o maior desafio de todos, é superar a própria “natureza humana”.

No Geral:

  • Começo logo dizendo que o Tuk Tuk é extremamente fofo!!
  • Eu acho que sou muito desconfiada por natureza, porque eram as primeiras cenas do filme rolando e eu pensando: “OMG! isso vai dar muito errado!”
  • Aquela Chefe da Presa me lembrou muitoooo a líder da “Erudição” da série de livros Divergente… Bati o olho e já pensei “É ela.. É essa que vai dar um jeito de lascar com tudo!”
  • Disney sempre nos tocando com os “sacrifícios” dos bons pra salvar todo mundo (e os que não prestam junto)
  • Gentee.. Amei a dubladora da Sisu (versão original, tá?! maravilhosaaa suuper achei que combinou a voz dela!!) E tão inocente a dragão.. hahahah Acho que sou muito a Raya, porque era ela mandando a dragão não confiar nas pessoas, e a dragão, caindo nas armadilhas.
  • Só eu lembrei dos 3 macacos ladrões do filme “Rio” quando apareceram aqueles três (acho que macacos) liderados pelo bebê diabólico?!
  • Convenhamos o grupo mais aleatório da história dos filmes tem o mesmo ponto em comum: perda. Todos eles tiveram a família presa como pedras, e acabaram tendo que se virar sozinhos… Uns de maneira honesta, outros nem tanto. Cada é influenciado pelo mundo em que vive, de certa forma.
  • Também não dá pra dizer que a Raya é uma princesa disney das antigas… Inocente, bestinha e completamente boa (ou lesa, vai do freguês). Ela é humana afinal, e mesmo querendo fazer a coisa certa, após tanta traição, ela mesmo acaba cega pela raiva e sede de vingança, podemos julgá-la?! Acho que não!
  • Mas, é ela quem dá o primeiro passo para confiar no “inimigo”, ou melhor, naquela que é tida como inimiga por pertence a tribo que deu a primeira flechada.
  • Verdade seja dita, cada um ali tava tentando sobreviver do modo como achou que seria melhor, cada tribo tinha seus percalços e achava que a Joia do Dragão era a resolução de todos os problemas. O que obviamente não era, mas… Vai dizer isso pra um bando de adultos que só querem poder!
  • O que me fez gosta do filme foi o fato que deixou claríssimo que ninguém ali era perfeito. Ninguém ali era destinado a coisa nenhuma. Eles foram “feitos” a partir das consequências de suas ações.
  • O filme é envolvente e cheio de ação, mal notei os minutos passando (até um certo alguém me interromper, mas ignorem, pois não irem falar mais nada sobre isso… hahahah)
  • A trilha sonora versão instrumental, achei muito envolvente. Amei!
  • Quem puder ir no cinema assistir, recomendo. Quem quiser ser louco de pagar o “Acesso Prêmio” (ricoooo), mas recomendo. E quem quiser só esperar os 20 dias passar pro filme entrar de vez no disney+ e não precisar pagar a mais, recomendo mais ainda. E sempre tem aqueles que dão “seus pulos”, né?!

O xis da questão é “confiar”.

Gis la Revido!

2 comentários sobre “Raya and the Last Dragon

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