The Feral Child #1

Bonan Tagon!!

E depois de passar esse mês só falando sobre os dramas ou filmes que acabei vendo no ano passado, chegou a hora de trazer ao menos um livrinho, né?! Final do ano é sempre aquela correria no dia a dia e para colocar as pilhas de livros atrasados em dia ou até os dramas mesmo. Fora os probleminhas que surgiram além desses que seriam os meus “normais”. Então, esse (2020) foi o primeiro ano que fiquei na correria pra conseguir bater minha própria meta de livros… Geralmente consigo fazer isso antes mesmo de chegar em Dezembro, mas vocês já devem imaginar porquê isso não aconteceu, né?!
Sem mais enrolação, vamos ao livro!

Duo/Trilogia/Série/Saga: The Feral Child Trilogy
Autor (a): Che Golden
Idioma: Inglês
Editora: Quercus
Lançamento: 2011
Gênero: infanto-juvenil + fantasia (Fae)
Tipo: livro físico
Leu em: 27/12/2020


Esse livro parou nas minhas mãos em um passeio com minha sobrinha de 2 anos ao shopping, minha mãe queria encontrar uns livrinhos pra ela e meu irmão acabou encontrando outros em uma espécie de “sebinho”. Eis que, percorrendo os setores divididos por preços, tive a sorte de encontrar a trilogia completa desse aqui e num precinho quase de graça (menos de R$15 cada um). Não sabendo muito bem do que se tratava, pois não conheço a autora, mas percebendo ser um livro de fantasia com fadas (Fae), resolvi comprar (e o preço ajudou na decisão também).

Por ser um livro para crianças/adolescentes já não estava esperando algo muito complexo ou problemático, mas a história é bastante divertida e tem lá seus momentos com um leve suspense.
Na história, Maddy é uma garota de 12 anos que costumava morar em Londres, porém com a morte dos seus pais acabou indo morar com os avós em uma cidadezinha rural da Irlanda. Ela não suporta o lugar, mas está presa a ele devido as suas circunstâncias. Seu avô vive contando histórias de lendas locais, como a existência de fadas malignas que sequestram crianças, outra coisa que Maddy já está cansada de ouvir e claro, não acredita nenhum pouco.

Perto da casa de seus avós, existe um castelo abandonado, ela está proibida de se aproximar dele, principalmente perto do anoitecer. Mas em uma de suas caminhadas com o cachorro, George, os dois acabam indo para o tal lugar e se deparando com um estranho garoto de olhos verdes que insiste em querer “brincar” com Maddy. Assustada pela aparição repentina em um lugar inabitado, a garota recusa, e acaba sendo perseguida pelo estranho. Quando ela acreditava estar prestes a ser sequestrada, seu avô acaba a encontrando. Mas age como se a história que a menina lhe contou fosse apenas uma mera imaginação de sua cabeça.

As coisas tomam um rumo intrigante, quando, perto do tempo em que as histórias de seu avô dizem que as fadas podem se misturar ao mundo humano, o vizinho de Maddy, Stephen acaba desaparecendo, ou melhor, sequestrado por um estranho garoto de olhos verdes. Eis que a jovem descobre que talvez a fixação de seu avô naquelas lendas que passou anos escutando tenha um fundo de verdade. Cabe a Maddy e aos seus primos, entrarem num mundo estranho e salvar o menino, e claro, saírem todos de lá completamente ilesos.

No Geral:

  • Esqueça a “Tinkerbell” estamos lidando com uns Fae um pouco mais dark por aqui;
  • Apesar de conseguir entender o porquê do comportamento da Maddy, demorei a simpatizar com a personagem, se é que cheguei de fato a simpatizar;
    • Há espaço para uma evolução maior da personagem (Maddy), ou seja, deixando de lado seu jeito solitário, egoísta e às vezes – quase sempre – chato. (Espero que ocorra isso no resto da trilogia)
  • George de longe é um dos melhores cães, e simplesmente adorei as aparições dele no livro;
  • Gostei um pouco de Roisin, mas achei um tanto forçado a mudança de atitude de Danny…
  • A “Corte das Fadas”, ou melhor, a “política” dela.. ficou um pouco vaga demais, talvez, tenha melhores explicações nos outros livros… não faço ideia.
  • As criaturas Fae se assemelham mais as mitológicas de tantas outras lendas por ai, mais sombrias, que se divertem com uma manipulação e leve tortura de suas vítimas (nada ao extremo já que se trata de um livro que pode ser para crianças).
  • No quesito “aventura/jornada” que é bem a premissa do livro, bom, a autora não nos deixou a desejar… Ela consegue prender a nossa atenção em cada página, não chegando a ser completamente divertido, mas tem seu lado interessante.
  • Resumindo: não é um livro ruim, mas não espere uma coisa magnifica como “Shadowhuners” ou “Harry Potter” (sim, sou fã da série de livros!). Do que promete, ele cumpre.. Ainda bem que não prometeu que gostaríamos de cara da prota, porque, bem… isso nem chegou perto. Mas se serve de consolo, ainda nem desejei a morte dela… hahahaha
  • Vamos ver o que o resto da trilogia me trás… ^^

Gis la Revido!

*bonan tagon = bom dia | gis la revido = até logo (em esperanto)

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