A Batalha do Labirinto (Percy Jackson #4)

Helloou 😆

Lê-lê-lê… Penúltimo livro da série inicial de Percy Jackson.
Confesso que algumas coisas eu lembrava, mas outras não. Continuo achando que o garoto não sabe nada sobre o mundo em que ele vive, e claro, continua lesinho. Certas coisas são difíceis de mudar, certo?
Partiu?!

O novo namorado de Sally (mãe do Percy), Paul, conseguiu convencer a mesma de mandar seu filho para a escola em que ele é professor, mas claro que ele não faz ideia da realidade de seu “enteado”. Durante a cerimonia de boas vindas para os novos alunos, Percy acaba esbarrando novamente em Rachel, a mortal com visão aguçada que ele conheceu na Represa Hoover no verão passado (vulgo, “A Maldição do Titã”). E lógico que a garota cobrou explicações sobre as coisas que vê e o que ele é.

Mas como todo “primeiro dia de aula”, os monstros o perseguem, só que dessa vez ele é salvo com uma ajudinha extra da boa visão de Rachel. Além de não perder a prática em explodir a nova escola. A menina o ajuda a fugir e ele dá de cara com Annabeth?! Oh, sim, a filha de Atena iria se encontrar com ele, mas a manhã agitada de Percy e a garota ruiva escrevendo um telefone na mão do mesmo, mandaram pelos ares o encontro deles. Como sempre, um dia comum na vida do meio-sangue.

O clima do Acampamento é de tensão, a batalha se aproxima, e o primeiro lugar que o exercito de Luke irá atacar é justamente ali. Completando os problemas, Grover corre o risco de perder sua licença de buscador, e Percy não sabe o que fazer para animar o amigo. Pontos positivos, Sr. D. está fora em uma missão e Tyson está de volta para passar o ano com ele. Também há a chegada de um novo instrutor de espadas, Quintus, um velho meio-sangue que veio ajudar Quíron.

Só para completar os problemas, o paradeiro de Nico ainda era desconhecido até Percy receber uma mensagem de Iris mostrando-o no Mundo Inferior, a questão é, ele agora anda na companhia de um fantasma que não parecer estar dando bons conselhos. E claro, está decidido a trazer sua irmã de volta, “uma alma por uma alma”, algo diz a Percy que o menino está vindo por ele.

Então, Annabeth finalmente recebe sua missão: percorrer o labirinto subterrâneo e encontrar seu criador, Dédalo, antes que Luke encontre uma maneira de marchar pelo mesmo até o Acampamento trazendo junto seus exércitos. Na esperança de encontrar Pan, Grover vence o medo e se junta à eles na missão, assim como Tyson e Percy. Por mais que o labirinto conecte praticamente todos os EUA e o tempo passe de maneira diferente por lá, ele ainda é perigoso e “algo vivo”.

Umas visitinhas de alguns deuses ali, uns sonhos aqui, uns monstros lá… Nada que eles não estejam acostumados a lidar. O mundo dá dicas, mas a ficha de Percy – como sempre – só cai mil anos depois. Com uma Annabeth nada feliz com a situação, eles conseguem encontrar o que procuravam só que um pouco tarde demais. Todas as buscas acabam sendo “tarde demais”, mas ao menos Grover conseguiu um desfecho. E agora, com a mente na batalha eminente, eles tem que correr – literalmente – contra o tempo para alcançar o Acampamento e se juntar a batalha contra o exercito de Cronos.

Minha vontade é de pegar o pescoçinho de Percy e esganar…. Como pode ser tão leso minha gente!!! O cara sonha com a resposta, Hera salienta que ele sabe o que fazer, o menino quase morre (normal), vai parar em um lugar estranho pra ele (normal… já que ele está sem Annabeth para “traduzir” a história para ele), recebe outras dicas de Hefesto, e só então, a ficha cai… Claro que nesse meio tempo, metade do livro já rolou. 🙄

Enfim… mudando de foco.

Eu lembrava que a personagem da Rachel (por sinal, eu gosto bastante dela), tinha importância na história, teve nesse livro, mas por alguma razão (posso estar misturando livros) acho que ainda tem mais babado para aparecer. 🤔 Não cheguei a comentar a aparição da Rachel Dare na postagem anterior, porque ela não teve uma importância muito relevante no contexto geral, mas vou relembrar aqui, ok?

A questão foi o seguinte: Em “A Maldição do Titã”, enquanto a galera tá percorrendo os EUA inteiro, em um momento, eles vão parar na Represa Hoover (estive lá com meus pais uma vez… que altura… que imensedão de água.. show! ops, voltando….). Eles se separam e o Percy acaba sendo seguido pelas coisas esqueleticas que estão o caçando. Enquanto ele tenta fugir, ele segue um grupo de turistas, em determinado momento, o garoto tá encurralado e prestes a atacar o esqueleto, mas… Quando ele se joga na frente da coisa com a espada na mão, não é um monstro, é a Rachel. E ela é capaz de ver tudo. A visão dela é MUITO melhor que a do Percy, mas ela é uma mortal. Então, naquele momento lá, ela o ajuda a despistar os monstros e é isso.

Aí lá para o final do livro, o assunto “mortais que veem através da névoa” surge novamente, e o Percy se toca que a mãe dele é assim, ela também consegue ver através da ilusão. E a Rachel acaba ficando na memória dele (não de um jeito amoroso, porque esse lugar ai é da Annabeth).
Nesse livro aqui, a importância da Rachel é justamente por conta da visão dela, e graças a isso, ela é “recrutada” pelo Percy (contra vontade da Annabeth) a ajuda-los na missão.

O que eu gostei muitoooo! Tipo, eu gosto da personagem da Annabeth, mas ela me lembra às vezes aqueles adolescentes cabulosos de colégio que são metidos a sabe-tudo, sabe? Sim, sabemos que ela é inteligente, gosta de ler (sou até um pouco ela, nesse ponto).. Mas só sinto que às vezes ela irrita um pouco com a personalidade dela e o jeito de “ar superior”. Tá bom que o Percy não ajuda sendo leso do jeito que é, mas…

O fato é que eu gostei da aparição da Rachel, gostei da Annabeth ter que engolir o orgulho, porque às vezes é necessário a ajuda de outros, você queria ou não. E o detalhe da Rachel ser apenas uma mortal, foi quase a cereja do bolo. Já que a maioria dos “meio-sangues” tem essa coisa toda de “somos superiores aos reles mortais“. Apesar que sabemos que o problema maior da Annabeth com ela, é o fato da Rachel ser uma “garota bonita” que estava com o Percy e ainda teve a audácia de escrever o telefone dela na mão dele. 😂

Aproveitando a conversa sobre os novos personagens, vamos à eles:

Paul Bayck – tudo bem que ele apareceu no livro anterior, mas, ele surge logo no começo desse, então… Ele é o novo namorado da Sally, um professor, mortal e que não sabe nada sobre o babado real da mitologia grega.

Rachel Dare – já falei dela ai em cima…

Quintus e Sra. O’Maley – um velho semideus que surge no Acampamento na intenção de ajudar o Quíron, seu bicho de estimação é uma cachorra infernal enorme.

Hera, deusa do casamento e esposa de Zeus – Aparece no labirinto supostamente querendo ajudar a galera na missão deles…

Hefesto, filho de Hera e deus do Fogo – casado com Afrodite, o deus é conhecido por suas forjas e seu trabalho excelente com metais. Os garotos vão atrás dele tentando descobrir o paradeiro de Dédalo.

Minos, ex-rei e atual fantasma – Minos na Mitologia Grega era o Rei de Creta que ordenou a Dédalo a criação do Labirinto, onde havia o Minotauro. No livro, ele é o fantasma desse mesmo cara ai que está usando Nico na sua caça eterna por Dédalo, ou seja, mal e vingativo.

Dédalo, filho de Athena – é considerado um gênio da criação, foi ele quem criou o Labirinto. Após a morte de seu filho ficou amargurado e desapareceu no mundo. Dizem as lendas que ele está em sua oficina no labirinto.

E é isso…
Nos vemos no último livro
da primeira série de Percy Jackson.

Bye bye,
Até a próxima!

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